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Arrumar gavetas

por Natacha, em 15.05.13

Ao longo de todo este tempo que passou, não ofereci palavras. Não ofereci conjugações bonitas do verbo amar só para agradar ou alimentar qualquer Ego. Ofereci a minha alma, quem sou, o que sou, e o que ficou por oferecer [se ficou] apenas ficou por falta de espaço, tempo, oprtunidade.

Não tenho medo.

Não tenho sequer medo de oferecer agora estas palavras ao papel. Não tenho medo de enfrentar o que quer que seja que lá vem. Estou consciente e certa de todo este passado intenso a que me dediquei enquanto foi presente. Não quero nada do que dei, de volta, de todo, nunca sequer sairá da minha boca [ou dos meus dedos] qualquer ideia de arrependimento. Guardo tudo, e para sempre, o que recebi.

O que te dei – é teu!

Talvez eu não saiba amar, ou talvez tu não saibas amar, ou ser amado, também não importa muito, certo!? Talvez tu tenhas medo, ou talvez não. Talvez...

 “O nosso amor é óptimo” - foi assim ipsis verbis que afirmaste – e agora faltam-me ideias. Ideias para justificar, para me culpar, para desculpar.

 É preciso, de novo arrumar gavetas. Resolver amarguras, descobrir novas ternuras e guardar todas as boas, maravilhosas, recordações. E que nada apague nada.

 Talvez o problema, ou talvez não, seja apenas a falta de ideias... a única que me surge é a de amar para libertar... mas não foi sempre assim??

 

 

Tema semanal: Sem ideias

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